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Prêmios e Homenagens

Prêmios e Homenagens

1999:
- Consulta Nacional Cairo-Brasil
- Dia Internacional de Luta Contra a AIDS

2000:
- Ministério da Saúde - Brasil
Menção honrosa da Coordenação Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, Ministério da Saúde do Brasil

2001:
- Prêmio Montreux
 Prêmio Montreux Prize, Swiss Association for Adolescent Health e IAAH - concedido pelo International Association for Adolescent Health

2004:
- Prêmio Aché/Unesco
Prêmio Uma Dose de Vida - concedido pelo Laboratório Aché

2005:
- ABRASCO

2006:
- Prêmio Direitos Humanos
Prêmio Saúde é Vital – Revista Saúde, concedido pela Editora Abril
- Prêmio Revista Saúde!
Prêmio Direitos Humanos - concedido pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, Governo Federal do Brasil

2009:
Prêmio Human Right Awards – concedido pela International Service

2010:
- Human Rights Awards Winners

2011:
Medalha Leão do Norte Classe Ouro – concedida pela Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco 

2014:
Homenagem  da Área Técnica da Saúde do Homem (ATSH/DAET/SAS/MS) em reconhecimento as importantes contribuições da instituição em prol do tema Paternidade e cuidado – concedida pelo Ministério da Saúde - Governo Federal

2016:
Concessão do Título de Utilidade Pública Estadual pela Assembléia Legislativa de Pernambuco.


Quem somos

Fundado, em 1997, o Instituto PAPAI é um projeto social que tem como missão promover cidadania com justiça social, contribuindo para a garantia dos direitos humanos, em prol da eliminação de desigualdades e da afirmação e valorização da diversidade, a partir da perspectiva feminista de gênero, atuando contra qualquer expressão de machismo e patriarcado.

Temos por objetivo promover ações político-pedagógicas no campo das relações de gênero, saúde e sexualidade, atuando no campo da saúde pública, educação e em instâncias de controle social (integrando movimentos sociais e intervindo na formulação, avaliação e monitoramento de políticas públicas). Nossas ações visam romper barreiras individuais, simbólicas, culturais e institucionais que criam obstáculos, orientados por uma ordem heteropatriarcal de masculinidade, e impedem a maior participação masculina no contexto dos direitos sexuais e reprodutivos e, consequentemente, geram obstáculos à uma transformação simbólica, política e de prática mais profunda.

Consideramos que é necessária uma leitura crítica, à luz do feminismo, sobre os processos de institucionalização de masculinidades e feminilidades, que são construídos a partir da desigualdade de gênero.

Acesse nossas redes sociais para se atualizar em relação às nossos projetos e ações.