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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Campanha Pai não é visita: compartilhe o seu depoimento



Presenciar o parto pode ser uma experiência transformadora para o pai do/a bebê que nascerá. Desde que seja desejo da parturiente, a presença do pai durante todo o trabalho de parto é garantida pela Lei do Acompanhante (11.108/2005) que dá à gestante o direito a ter um/a acompanhante de sua livre escolha durante o pré-parto, parto e pós-parto imediato. Infelizmente, ainda são muito frequentes casos de descumprimentos dessa lei e, muitas vezes, é o pai do/a bebê que é impedido de acompanhar o parto.




Se você conhece alguma experiência de não garantia do direito ao/à acompanhante, compartilhe conosco! A ação faz parte da Campanha Pai não é visita! Pelo direito de ser acompanhante e tem o objetivo de recolher depoimentos para elaboração de um relatório com denúncias sobre esse tipo de problema e sugestões para o Ministério Público de Pernambuco. 

Para inserir o seu depoimento, clique no link abaixo:

Quem somos

Fundado, em 1997, o Instituto PAPAI é um projeto social que tem como missão promover cidadania com justiça social, contribuindo para a garantia dos direitos humanos, em prol da eliminação de desigualdades e da afirmação e valorização da diversidade, a partir da perspectiva feminista de gênero, atuando contra qualquer expressão de machismo e patriarcado.

Temos por objetivo promover ações político-pedagógicas no campo das relações de gênero, saúde e sexualidade, atuando no campo da saúde pública, educação e em instâncias de controle social (integrando movimentos sociais e intervindo na formulação, avaliação e monitoramento de políticas públicas). Nossas ações visam romper barreiras individuais, simbólicas, culturais e institucionais que criam obstáculos, orientados por uma ordem heteropatriarcal de masculinidade, e impedem a maior participação masculina no contexto dos direitos sexuais e reprodutivos e, consequentemente, geram obstáculos à uma transformação simbólica, política e de prática mais profunda.

Consideramos que é necessária uma leitura crítica, à luz do feminismo, sobre os processos de institucionalização de masculinidades e feminilidades, que são construídos a partir da desigualdade de gênero.

Acesse nossas redes sociais para se atualizar em relação às nossos projetos e ações.